VACINAÇÃO: Campanha contra sarampo e pólio acaba nesta sexta-feira

Termina, nesta sexta-feira (14), a Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo e a poliomielite. Dados do Ministério da Saúde apontam que em todo país, a cobertura vacinal chegou a 93%. Apesar disso, cerca de 800 mil crianças ainda não tomaram as vacinas contra as doenças. Essa é uma situação preocupante porque a poliomielite é uma doença já erradicada no Brasil, ou seja, não existe mais circulação do vírus no nosso país. Mas, por causa das crianças que não foram protegidas,  a pólio poderá voltar a circular. É o que explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

 “Nós precisamos ter clareza que a única forma de prevenção é através de levar o seu filho para receber as vacinas nos postos de saúde. Hoje nós temos 14 vacinas no calendário Nacional de vacinação que protegem contra 19 doenças. E nós podemos evitar que essas doenças se propaguem na população e tragam um problema sério da saúde para o seu filho, bastando manter a caderneta de vacinação do seu filho atualizada”.

E quem já sabe como funciona a proteção das vacinas e a importância de levar as crianças ao posto de saúde é o Ricardo Barbosa, pai da pequena Isabella de sete meses.

 “Quando você corre atrás das informações por conta própria, corre atrás de paper, de artigos científicos, fica claro, ali, o porquê da proteção e quão grave é o problema de você não vacinar a sua criança. Tem um motivo da vacina agir daquele jeito. E outra coisa é você verificar as crianças que passaram por problemas por não serem vacinados, problemas como paralisia infantil, assim que você fica bem impactado, como que uma coisa que poderia ser evitada e não foi”.

O sarampo é uma infecção muito contagiosa, que pode ser contraída por pessoas de qualquer idade, mas é mais perigosa para as crianças, inclusive podendo levar à morte. Já a poliomielite é causada por um vírus que, na forma mais grave, causa a paralisia infantil e essas crianças acabam desenvolvendo sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, podem até morrer.

Reportagem, Janary Damacena.

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