Lanús foi beneficiado pela arbitragem em outros dois confrontos do mata-mata da Libertadores

O pênalti não marcado sobre Jael tão reclamado pelo Grêmio no jogo de ida da final da Libertadores não foi o primeiro erro de arbitragem a favor do Lanús na competição. Na semifinal e nas quartas, o clube argentino também teve benefícios em falhas dos árbitros.

O lance que mais chamou atenção foi na semifinal. Antes da virada histórica do Lanús, quando o placar estava 2 a 0 para o River Plate, ao tentar desarmar Scocco dentro da área, Ivan Marcone colocou a mão na bola. O lance não foi visto pelo árbitro Wilmar Rondán, que tampouco recebeu o aviso dos árbitros de vídeo.

O sistema VAR (sigla em inglês de video assistant referee ou árbitro assistente de vídeo) foi usado pela primeira vez nesta Libertadores no mesmo jogo. Após não ver a falta dentro da área do River, Rondán foi avisado pelos árbitros de vídeo e anotou a penalidade, que gerou o quarto gol e a classificação do Lanús.

Beneficio contra o San Lorenzo

Nas quartas de final da Libertadores, o Lanús eliminou o San Lorenzo. Na ida, o time então treinado por Diego Aguirre venceu por 2 a 0. O Lanús devolveu o placar no estádio La Fortaleza e se classificou nos pênaltis.

No primeiro tempo, quando a partida já estava 2 a 0 para o Lanús, o árbitro Enrique Caceres deixou de marcar um pênalti claro do goleiro Andrada no atacante Merlini, do San Lorenzo. Enrique Caceres, inclusive, será o árbitro do jogo de volta da final da Libertadores, na próxima quarta-feira.

Fonte: Correio do Povo
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